

http://mocinhaklee.blogspot.com/PROMOÇÕES DE LUXO O BLOG É CHEIO DE MIMOS PASSA LÁ
E como atrair algo que está fora do seu alcance? “Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo”, escreveu Norman Vincent Peale. A melhor forma é sempre transformar-se na pessoa que atrairia o que você quer, seja dinheiro, sucesso, admiração dos outros ou um grande amor.
Enquanto você insistir em seguir as velhas rotinas, vendo as mesmas pessoas todos os dias, lendo sempre as mesmas revistas e jornais, assistindo os mesmos programas de TV, visitando os mesmos sites, nunca se aventurando além da sua zona de conforto, você não vai se desenvolver. Vai continuar preso no mesmo círculo vicioso. É uma forma de desperdiçar lentamente a vida, e o pior de tudo é que você sabe disso. Você sente isso!
George Bernard Shaw disse: “Quando era jovem, descobri que nove de cada dez coisas que eu fazia eram um fracasso. Eu não queria ser um fracasso. Então passei a trabalhar 10 vezes mais”.
A preparação nunca é chique ou cheia de glamour. Ela é difícil. É chata e cansativa. Mas é absolutamente essencial. Todo mundo vê o Gustavo Kuerten ganhando campeonatos e milhões de dólares, mas ninguém vê as centenas de horas que ele já passou em quadras, batendo em bolinhas ou sozinho num quarto de hotel. O preço do sucesso é a preparação. Citando Aristóteles: “Somos o que fazemos repetidamente. Logo, a excelência não é um ato, mas um hábito”.
Se a sua vida não está do jeito que você queria que ela estivesse, pare de pensar em como perseguir seus objetivos, e mude o raciocínio: como atraí-los?
Encontre alguma coisa que esteja dando certo na sua vida e tente melhorá-la só um pouquinho. Não é necessário fazer algo grandioso ou revolucionário basta um simples detalhe, algo que você pode fazer agora mesmo. É o que os japoneses chamam de Kaizen – a melhora contínua, passo a passo.
Torne-se uma pessoa mais atraente todos os dias – intelectualmente, culturalmente, fisicamente, espiritualmente e, talvez o principal, pessoalmente e com certeza você vai conseguir atingir coisas que parecem estar sempre fugindo, simplesmente porque elas vão parar de fugir, vindo até você. Mude seus pensamentos, e certamente você mudará seus resultados.
Raúl Candeloro


A roupa é um dos mais poderosos instrumentos de comunicação.
Ela reflete diretamente a personalidade de uma pessoa, de um grupo e até mesmo os costumes e valores de uma sociedade inteira.
Assim, muito daquilo que vestimos é o espelho do que somos, do que pensamos e do queremos transmitir, seja individual ou coletivamente.
Um bom exemplo disso é a burca, vestimenta usada pelas mulheres do Paquistão e do Afeganistão, que cobre todo o corpo, incluindo o rosto e os olhos.
Nesses países, o uso da Burca foi obrigatório durante o regime terrorista (derrubado no ano 2000) e representava a renúncia de todas as conquistas de direitos civis conseguidas nos últimos séculos.
De certa forma, a discrição levada ao extremo daquelas mulheres e suas burcas representaram a negação do próprio corpo e a posição inferior ocupada pelo sexo feminino naquela sociedade. Tudo isso representado pela roupa.
Na contramão desse comportamento, existem também grupos de mulheres que usam o corpo à mostra como expressão máxima é única daquilo que são ou pretendiam ser. É o que acontece, por exemplo, com a maioria das representantes do funk carioca.
Nesse meio, o que conta não é a expressão artística, a mensagem musical, tampouco a melodia. A ordem é mostrar o corpo, é provocar com o corpo semi-nu. E mais uma vez é a roupa (ou seria a escassez dela?) que se incumbe de passar tal mensagem.
Mas a grande contradição nisso tudo é que, tanto as mulheres do Oriente quanto as funkeiras do Brasil, cada qual com a respectiva vestimenta, passam a ser concebidas como a parcela mais marginalizada da sociedade. A primeira por conta do excesso; a segunda por conta da escassez.
Como se vê, na sociedade moderna roupa e pele se confundem.
Portanto, para não correr riscos, a palavra-chave é “bom senso”.
E novamente será a roupa a responsável por transmitir a ausência ou o poder dessa característica. Quer um exemplo? Terno e gravata italianos são praticamente sinônimos de homem elegante. No entanto, não há elegância que resista se esse traje for usado numa praia tropical.